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Casos de Sucesso MDM

Antes de restringir 350 dispositivos, era preciso entender como eles estavam sendo usados.

Case de sucesso: MDM
Case MOBIT: MDM em 350 dispositivos de equipe externa com controle de aplicações e gestão de consumo de dados

Antes de restringir 350 dispositivos, era preciso entender como eles estavam sendo usados.

Como a MOBIT implantou MDM em uma operação distribuída pelo Brasil e transformou dados de uso em decisões sobre segurança, aplicações e consumo de dados.

Uma empresa com 350 dispositivos corporativos distribuídos por equipes externas em diferentes estados tinha uma preocupação: parte do consumo de dados poderia estar relacionada a aplicações sem vínculo com a atividade profissional. Havia uma percepção. Faltavam evidências.

Bloquear aplicativos preventivamente poderia parecer a solução mais rápida, mas criaria outro problema. A empresa estaria impondo restrições sobre uma equipe distribuída sem saber exatamente o que acontecia nos dispositivos. A recomendação da MOBIT foi diferente: primeiro, criar visibilidade. Depois, decidir.

Por que começar pela restrição era o caminho errado

Em uma operação com 350 dispositivos distribuídos entre diferentes estados e centros de custo, a empresa não sabia quais equipamentos estavam sob gestão, quais políticas estavam aplicadas, quais aplicações eram utilizadas ou como o consumo de dados estava distribuído. Sem essa camada de informação, qualquer política mais restritiva começaria pela hipótese, e não pelos dados. E a MOBIT não recomendou começar pela hipótese.

O que foi possível entregar

350 dispositivos sob gestão
inventário, políticas e controles estruturados
Políticas baseadas em dados reais
não em suposições sobre o uso dos dispositivos
Controle segmentado por perfil
políticas diferentes para cada grupo de uso
MDM + Telefonia integrados
consumo de dados visível e gerenciável

BeFly x MOBIT Soluções, 2025.

Cliente: BeFly
Área: MDM e Telefonia Corporativa
Ano: 2025

Sobre o cliente

BeFly

A BeFly é o maior ecossistema de turismo do Brasil, reunindo mais de 36 empresas, 2.000 colaboradores e uma rede de 5.000 agências parceiras. Atende mais de 700.000 viajantes por mês e possui 9.000 clientes corporativos ativos, com presença em 16 estados brasileiros. Com operação distribuída em larga escala e equipes atuando em diferentes regiões do país, a empresa demandava visibilidade centralizada sobre seus dispositivos móveis corporativos e controle efetivo sobre segurança, aplicações e consumo de dados. Conheça em befly.com.br.

Setor

Turismo e Tecnologia

Colaboradores

+2.000

Presença

16 estados

Clientes corporativos

9.000+

O problema não era apenas consumo de internet

Os 350 dispositivos estavam distribuídos entre equipes externas e diferentes centros de custo em vários estados do Brasil. Isso criava um desafio importante: a empresa havia disponibilizado os equipamentos necessários para o trabalho, mas não possuía visibilidade suficiente sobre o ambiente depois que esses dispositivos chegavam aos colaboradores.

Quais dispositivos estavam efetivamente sob gestão? Quais políticas estavam aplicadas? Quais aplicações eram utilizadas? Como o consumo de dados estava distribuído? Existiam comportamentos fora do perfil esperado para aquele ambiente corporativo?

Sem essa camada de informação, qualquer política mais restritiva começaria pela hipótese. E a MOBIT não recomendou começar pela hipótese.

1
Primeiro, criar visibilidade

Implantação do MDM para colocar os 350 dispositivos sob gestão, com inventário, políticas e controles definidos para aquele contexto. O objetivo não era alterar a experiência dos profissionais em campo, mas sim estabelecer a camada de gestão necessária para entender o ambiente.

2
Depois, decidir com base em dados

Com informações reais de utilização disponíveis, foi possível analisar o comportamento do parque e identificar padrões relevantes. A política deixou de ser construída sobre suposições e passou a ser sustentada por evidências da operação.

Fase 1: primeiro, colocar os dispositivos sob gestão

A implantação começou pela estruturação do ambiente de MDM. Os 350 dispositivos passaram a integrar um parque gerenciado, com inventário, políticas e controles definidos para aquele contexto de utilização.

Nesse primeiro momento, o objetivo não era alterar de forma abrupta a experiência dos profissionais em campo. Era estabelecer a camada de gestão necessária para que a empresa pudesse entender melhor o próprio ambiente.

Essa abordagem também permitiu conduzir a implantação sem comprometer a rotina de uma equipe que dependia dos dispositivos para trabalhar. Ao mesmo tempo, a gestão passou a ter informações que antes não estavam disponíveis. E essas informações mudaram a discussão.

Fase 2: os dados mostraram onde agir

Com a visibilidade proporcionada pelo ambiente gerenciado, a empresa pôde analisar a utilização dos dispositivos e identificar padrões relevantes para sua política corporativa. A análise mostrou consumo associado a categorias de aplicações sem relação com a finalidade profissional dos equipamentos, incluindo jogos e redes sociais.

A diferença fundamental

Antes: “Acreditamos que isso esteja acontecendo.” Depois do MDM: “Os dados da operação mostram onde precisamos agir.” A partir dessas evidências, a empresa definiu quais controles faziam sentido e a MOBIT estruturou as políticas correspondentes por meio do MDM.

A restrição deixou de ser o ponto de partida. Passou a ser consequência de uma decisão de gestão.

Uma mesma política não precisa servir para todos os dispositivos

Outro aspecto importante do projeto foi evitar uma lógica indiscriminada de controle. Um dispositivo destinado exclusivamente ao trabalho pode exigir políticas diferentes de outro utilizado em um modelo que permita algum nível de uso pessoal.

Modelos de gestão de dispositivos

COBO

Corporate Owned, Business Only

Dispositivo corporativo com uso restrito a atividades profissionais. Controle total da empresa.

COPE

Corporate Owned, Personally Enabled

Dispositivo corporativo com permissão de uso pessoal limitado. Controle compartilhado.

BYOD

Bring Your Own Device

Dispositivo pessoal utilizado para fins corporativos. Controle limitado ao perfil de trabalho.

O MDM fornece os recursos técnicos para estabelecer diferentes níveis de controle. Mas a tecnologia não decide sozinha qual política deve ser utilizada. Esse é o papel do trabalho consultivo.

A MOBIT entende o contexto da operação, estrutura o ambiente e utiliza a tecnologia para aplicar as políticas adequadas a cada necessidade.

Segurança, dispositivos e Telefonia Móvel começaram a conversar

O projeto também revelou uma conexão importante. O MDM fornecia visibilidade sobre os dispositivos e aplicações. O consumo de dados tinha impacto direto na operação de Telefonia Móvel. Quando essas informações são analisadas em conjunto, a empresa passa a enxergar algo que antes aparecia apenas como consumo na conta da operadora.

MDM

Visibilidade sobre quais aplicações estão instaladas e em uso

Inventário de dispositivos e status de gerenciamento

Políticas aplicadas por perfil e grupo

+

Telefonia Corporativa

Consumo de dados por linha e centro de custo

Identificação de picos e desvios de utilização

Dimensionamento adequado de planos por perfil

Um aumento de utilização deixa de ser somente um número. A gestão passa a ter elementos para entender sua origem e avaliar se aquele comportamento está relacionado à atividade profissional, a uma aplicação específica ou a um perfil de uso que precisa ser revisto.

Não faz sentido administrar o dispositivo de um lado e analisar o consumo de Telefonia Móvel do outro quando os dois fazem parte da mesma operação. Quanto mais essas informações conversam, maior a capacidade de transformar dados em decisões.

O bloqueio resolveu uma situação. A visibilidade mudou a gestão.

Depois da análise, as políticas definidas pela empresa puderam ser aplicadas aos dispositivos correspondentes. Aplicações e categorias identificadas como incompatíveis com aquele perfil de utilização passaram a ser controladas por meio do MDM.

Mas esse não foi o único resultado do projeto. A organização passou a ter uma visão estruturada dos seus 350 dispositivos corporativos, incluindo inventário, situação de gerenciamento, políticas aplicadas e informações necessárias para acompanhar continuamente o ambiente.

Novos dispositivos

Entram no ambiente seguindo políticas previamente definidas, sem necessidade de configuração individual.

Dispositivos fora do padrão

Podem ser identificados e tratados antes que representem um risco para a operação.

Políticas evolutivas

Podem ser ajustadas conforme a operação muda, sem que seja necessário recomeçar a gestão do zero.

O MDM deixou de ser apenas uma tecnologia para bloquear determinadas aplicações. Passou a fazer parte da gestão do parque de dispositivos.

Depois da implantação, o trabalho continua

Implantar o MDM e aplicar as primeiras políticas não encerra a necessidade de gestão. O ambiente continua mudando. Novos dispositivos entram, colaboradores mudam de função, aplicações são atualizadas, necessidades operacionais evoluem e novos comportamentos podem aparecer.

Por isso, o trabalho consultivo continua acompanhando o ambiente, avaliando informações e ajustando políticas quando necessário. A tecnologia cria capacidade de controle. A gestão garante que esse controle continue fazendo sentido para o negócio.

Primeiro enxergar. Depois decidir.

Tecnologia permite aplicar controles em escala. Mas a possibilidade técnica de bloquear alguma coisa não significa que bloquear deva ser a primeira decisão. Em uma operação corporativa, políticas precisam considerar segurança, produtividade, privacidade, experiência do usuário e necessidade do negócio. Foi por isso que a implantação aconteceu em etapas.

Sua empresa sabe o que acontece depois que entrega um dispositivo ao colaborador?

Disponibilizar smartphones e tablets é apenas o começo da jornada. Depois da entrega, a empresa precisa manter visibilidade sobre inventário, segurança, aplicações, conformidade e a relação entre utilização dos dispositivos e consumo de Telefonia Móvel. A MOBIT estrutura e gerencia ambientes de MDM de acordo com o perfil de cada operação.

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Perguntas frequentes

Por que a MOBIT recomendou implantar o MDM antes de aplicar restrições?

Porque políticas criadas sem dados reais partem de suposições. Antes de restringir aplicações ou bloquear conteúdos, é necessário entender como os dispositivos estão sendo usados de fato. O MDM cria essa visibilidade. A partir dela, as decisões de gestão passam a ser sustentadas por evidências da operação, e não por percepções da equipe de TI.

O que é COBO, COPE e BYOD e por que isso importa na gestão de dispositivos?

São modelos que definem a propriedade e a finalidade do dispositivo. COBO (uso exclusivamente corporativo), COPE (corporativo com uso pessoal permitido) e BYOD (dispositivo pessoal usado no trabalho) têm características diferentes de controle, privacidade e segurança. Aplicar a mesma política para todos os modelos gera restrições excessivas em alguns casos e insuficientes em outros. A gestão precisa considerar o contexto de cada grupo.

Como o MDM se conecta à gestão de Telefonia Móvel corporativa?

O MDM mostra quais aplicações estão instaladas e como os dispositivos são usados. A Telefonia Móvel registra o consumo de dados por linha. Quando essas informações são analisadas juntas, um aumento de consumo deixa de ser apenas um número na fatura e passa a ter contexto: qual aplicação gerou aquele consumo, em qual dispositivo, em qual período. Isso permite decisões mais precisas sobre planos, políticas e comportamentos fora do padrão.

A implantação do MDM impacta a rotina dos colaboradores em campo?

Depende das políticas definidas. Neste projeto, a primeira fase priorizou a estruturação do ambiente de gestão sem alterar de forma abrupta a experiência dos profissionais. A ideia era criar visibilidade antes de aplicar restrições. Isso permitiu conduzir a implantação sem comprometer a rotina de uma equipe que dependia dos dispositivos para trabalhar.

O MDM continua sendo necessário depois que as políticas estão aplicadas?

Sim. O ambiente corporativo é dinâmico: novos dispositivos entram, colaboradores mudam de função, aplicações são atualizadas e as necessidades operacionais evoluem. O MDM não é uma configuração feita uma vez. É uma camada de gestão contínua que acompanha essas mudanças e garante que as políticas continuem adequadas à realidade da operação.

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