Ao navegar em nosso site você concorda com a nossa Política de Privacidade e nossos Termos de uso Li e Concordo
Outsourcing de Impressão

O documento que você imprimiu ainda está na bandeja da impressora. Alguém pode estar lendo agora

O documento que você imprimiu ainda está na bandeja da impressora. Alguém pode estar lendo agora

O documento que você imprimiu ainda está na bandeja da impressora. Alguém pode estar lendo agora

Contratos, holerites, laudos médicos, propostas comerciais, resultados financeiros. Documentos como esses são impressos todos os dias em impressoras compartilhadas de corredores, salas de apoio e recepções. Alguns são retirados imediatamente. Outros ficam na bandeja por minutos, horas ou até o fim do expediente — acessíveis a qualquer pessoa que passe por ali. Não é necessário acesso ao sistema, login ou senha: basta estar presente no mesmo ambiente físico que a impressora. Estima-se que até 20% de tudo que é impresso nas empresas vai direto para o lixo sem nunca ter sido lido — e parte do que deveria ser lido só pelo destinatário é lida por outras pessoas antes. A impressão segura é o conjunto de práticas e tecnologias que garante que o documento impresso só chegue às mãos de quem o solicitou.

Definição objetiva

Impressão segura é o conjunto de práticas, políticas e tecnologias que protege documentos impressos contra acesso não autorizado em todas as etapas do ciclo de vida do documento físico: transmissão do computador para a impressora (com criptografia do tráfego de rede), liberação na impressora (com autenticação obrigatória do usuário via PIN, crachá RFID ou biometria antes de imprimir), controle de acesso por perfil (quem pode imprimir o quê e em quais equipamentos), rastreabilidade completa (log de quem imprimiu, quando e em qual equipamento) e descarte seguro (trituração de documentos com dados pessoais ou sensíveis). A tecnologia principal de impressão segura é o pull printing: o documento só é impresso fisicamente quando o usuário se autentica presencialmente no equipamento, eliminando o risco de documentos esquecidos na bandeja. Sob a LGPD, a impressão de dados pessoais é tratamento de dados que exige medidas de segurança adequadas: documentos com CPF, dados de saúde, dados financeiros ou outros dados pessoais sensíveis impressos sem controle representam risco de conformidade real.

20%
do que é impresso nas empresas vai direto para o lixo sem nunca ter sido lido — páginas de teste, documentos duplicados, impressões por engano que ficam na bandeja até o fim do dia
Suticon / mercado 2026
24h
é o prazo após o qual trabalhos não liberados são apagados automaticamente em sistemas de pull printing, eliminando filas acumuladas no servidor e reduzindo desperdício de papel e toner
Suticon 2026
20%
de redução no volume de impressões documentada por banco chileno após implementar autenticação obrigatória por crachá NFC nas impressoras corporativas — sem nenhuma política de cota ou restrição adicional
NetSeg 2026

Os 5 riscos reais de impressão sem controle de acesso

O ambiente de impressão é sistematicamente ignorado nas avaliações de segurança da informação. A atenção vai para firewalls, antivírus e backups — e a impressora compartilhada do corredor fica fora de escopo. Mas documentos físicos são tão vulneráveis quanto dados digitais, e em alguns cenários mais vulneráveis porque não há criptografia, controle de acesso ou log de visualização em papel.

Risco 1: documento esquecido na bandeja

O colaborador envia o documento para impressão, é interrompido por uma reunião ou ligação e demora 30, 60 ou 90 minutos para buscar. Nesse intervalo, o documento fica exposto na bandeja de saída, acessível a qualquer pessoa que passe pelo equipamento. Holerite impresso pelo RH, resultado de exame impresso pelo médico do trabalho, proposta comercial com valores impressa pelo comercial: cada um desses documentos tem dados pessoais sensíveis que não deveriam ser acessados por terceiros.

Frequência

Muito alta

Acontece diariamente em qualquer empresa com impressora compartilhada

Risco 2: documento impresso no equipamento errado

O colaborador seleciona a impressora errada (nome parecido, configuração antiga no computador, impressora padrão diferente da esperada) e o documento confidencial sai num equipamento que está em outra área da empresa. Até que o erro seja percebido e o colaborador vá até o equipamento certo, o documento já foi lido por outras pessoas. Em empresas com múltiplas filiais ou andares, o documento pode chegar a uma localidade completamente diferente.

Frequência

Alta

Especialmente em ambientes com múltiplas impressoras e configuração descentralizada

Risco 3: interceptação do tráfego de rede

O arquivo que sai do computador e vai para a impressora via rede pode ser interceptado por alguém com acesso à rede corporativa e ferramentas básicas de monitoramento de pacotes, se o tráfego de impressão não estiver criptografado. Impressoras são dispositivos conectados à rede com sistemas operacionais próprios e frequentemente sem as mesmas políticas de segurança aplicadas a servidores e estações de trabalho — firmware desatualizado, senhas de administração padrão não alteradas, portas desnecessárias abertas.

Frequência

Média

Mais relevante em empresas com atacantes internos ou com acesso externo à rede corporativa

Risco 4: armazenamento interno do equipamento

Impressoras e multifuncionais modernas têm disco rígido ou memória flash que armazena cópias dos documentos impressos, copiados e digitalizados para fins de processamento. Quando o equipamento é devolvido ao fornecedor no fim do contrato ou descartado, esse armazenamento interno pode conter cópias de documentos confidenciais que foram processados durante anos. Sem processo formal de limpeza segura do disco, esses dados podem ser recuperados.

Frequência

Alta no fim de contrato

Relevante quando equipamentos são trocados ou devolvidos sem processo de limpeza

Risco 5: descarte inadequado de documentos impressos

O documento foi impresso, lido e descartado. Se for para o lixo comum, e não para trituração ou descarte seguro, pode ser recuperado da lixeira — dentro da empresa ou após coleta. Documentos com CPF, número de conta, dados de saúde ou informações estratégicas descartados sem trituração criam exposição mesmo depois que o papel deixou as mãos do usuário. Sob a LGPD, o descarte de dados pessoais precisa garantir que a informação se torne irrecuperável.

Frequência

Muito alta

Praticamente universal em empresas sem política formal de descarte de documentos

Impressão e LGPD: onde a lei entra e o que ela exige

A LGPD (Lei 13.709/2018) regula o tratamento de dados pessoais em qualquer forma — inclusive em papel. A impressão de um documento com CPF, dados de saúde, informações financeiras ou qualquer outro dado pessoal é tratamento de dados, e a empresa precisa adotar medidas de segurança adequadas para proteger esses dados durante todo o ciclo de vida, incluindo o formato físico.

Situação Risco LGPD Medida de conformidade
Holerite ou ficha de RH impressa e esquecida na bandeja Acesso não autorizado a dados pessoais de colaborador (salário, dados bancários, informações de saúde). Pode constituir incidente de segurança notificável à ANPD Pull printing com autenticação obrigatória. Impressão liberada apenas quando o responsável de RH está presente no equipamento
Laudo ou prontuário médico impresso em impressora compartilhada Dado de saúde é dado pessoal sensível com proteção reforçada pela LGPD (Art. 11). Acesso por terceiro não autorizado é violação grave com multa de até 2% do faturamento Impressora dedicada com acesso restrito por perfil de função, ou pull printing com biometria para documentos de saúde
Relatório com CPF de clientes descartado no lixo comum Descarte inadequado de dados pessoais. A LGPD exige que o descarte de dados pessoais os torne irrecuperáveis (Art. 16) — papel no lixo comum não é descarte seguro Política de trituração obrigatória para documentos com dados pessoais, com coletor seguro próximo às áreas de impressão
Impressora devolvida ao fornecedor sem limpeza do disco O disco interno do equipamento pode conter histórico de documentos processados. Sem limpeza segura, dados pessoais podem ser recuperados após a devolução do equipamento Exigir contratualmente que o fornecedor realize limpeza segura do disco antes da retirada, com certificado de destruição de dados
Empresa não sabe quem imprimiu o quê em caso de incidente Em caso de investigação por vazamento, a ausência de rastreabilidade dificulta a resposta ao incidente e pode agravar a avaliação da ANPD sobre as medidas de segurança adotadas Bilhetagem completa com log de quem imprimiu, quando e em qual equipamento, armazenado por prazo compatível com possíveis investigações

A pergunta que revela a exposição

Se hoje a empresa precisasse provar “quem acessou o quê” em um incidente envolvendo um documento impresso, conseguiria rastrear? Sem bilhetagem e sem pull printing, a resposta quase sempre é não. Em caso de investigação por vazamento de dados pessoais, a ausência de rastreabilidade é evidência de processo insuficiente de segurança, o que pode agravar a avaliação da ANPD e influenciar o valor das sanções aplicadas.

Pull printing: como funciona e por que elimina o problema na raiz

Pull printing é a tecnologia que muda a lógica de impressão: em vez de o documento ir automaticamente para a bandeja quando enviado, ele fica retido no servidor de impressão e só é liberado fisicamente quando o usuário se autentica presencialmente no equipamento. O documento sai da impressora somente quando quem o solicitou está presente para retirar.

Impressão tradicional (push printing)

Documento sai imediatamente

1. Usuário envia documento

2. Documento vai para a fila

3. Impressora imprime e deposita na bandeja

4. Documento fica exposto até ser retirado
Risco: documento fica disponível para qualquer pessoa entre o momento da impressão e a retirada pelo usuário. Pode ser minutos, horas ou o dia inteiro.

Pull printing (impressão segura)

Documento sai apenas com autenticação

1. Usuário envia documento

2. Documento fica retido no servidor

3. Usuário vai ao equipamento e se autentica

4. Impressora imprime: usuário retira imediatamente
Resultado: o documento nunca fica exposto na bandeja. Sai apenas nas mãos de quem o solicitou. Documentos não liberados em 24h são apagados automaticamente do servidor.

Benefício colateral: redução de desperdício

O pull printing tem um efeito econômico direto além da segurança: documentos enviados por engano, duplicados ou que o usuário desistiu de imprimir ficam no servidor sem gerar impressão física. Apenas o que o usuário efetivamente vai buscar é impresso. Combinado com o cancelamento automático após 24 horas, isso elimina boa parte das impressões desnecessárias. Um banco chileno que implementou autenticação obrigatória por crachá documentou redução de 20% no volume total de impressões, sem nenhuma política de cota ou restrição adicional.

Os métodos de autenticação: PIN, crachá RFID e biometria

O pull printing exige que o usuário se identifique no equipamento antes de a impressão acontecer. Três métodos principais são usados no mercado corporativo, com diferentes níveis de segurança e conveniência.

Método Como funciona Nível de segurança Vantagens Indicado para
PIN (senha numérica) Usuário digita código PIN na tela da impressora para liberar suas impressões retidas Baixo Baixo custo de implantação. Não exige hardware adicional na impressora Ambientes de baixo risco onde o objetivo é reduzir abandono de documentos, não controlar acesso
Crachá RFID / NFC Usuário aproxima o crachá corporativo (RFID ou NFC) no leitor acoplado à impressora. É o método mais comum no ambiente corporativo Alto Usa o crachá que o colaborador já carrega. Processo rápido e sem necessidade de memorizar senha Padrão recomendado para a maioria das empresas. Integra com sistema de controle de acesso físico existente
Biometria (digital ou facial) Usuário autentica com impressão digital ou reconhecimento facial no leitor acoplado à impressora Muito alto Impossibilidade de compartilhamento de credencial. Identificação inequívoca do usuário para auditoria Ambientes de alta segurança: saúde, jurídico, financeiro, áreas que processam dados sensíveis regulados
Leitores RFID/NFC e biométricos são dispositivos externos que podem ser integrados via USB a impressoras de diferentes marcas, independentemente do fabricante do equipamento.

O risco que ninguém vê: interceptação de dados na rede de impressão

Enquanto a exposição física do documento na bandeja é o risco mais visível, há um risco menos óbvio que pode ser igualmente grave: a interceptação do documento durante a transmissão pela rede corporativa, antes de chegar à impressora.

Tráfego de impressão sem criptografia

O protocolo de impressão padrão (LPD/LPR) não criptografa os dados transmitidos. Alguém com acesso à rede corporativa e ferramentas básicas de captura de pacotes (Wireshark, por exemplo) pode interceptar o conteúdo de documentos sendo enviados para impressão. A solução é configurar a impressão usando protocolos criptografados (IPPS sobre HTTPS) e garantir que o tráfego de impressão passe por segmentos de rede isolados e monitorados.

Como mitigar: configurar criptografia TLS no servidor de impressão e segmentar a rede de impressão do resto da rede corporativa.

Impressoras com firmware desatualizado e configuração padrão vulnerável

Impressoras modernas são dispositivos de rede com sistemas operacionais próprios, interfaces web de administração e armazenamento interno. Equipamentos com firmware desatualizado têm vulnerabilidades conhecidas e documentadas. Impressoras configuradas com senha de administração padrão do fabricante podem ser acessadas por qualquer pessoa com acesso à rede. Em 2026, a impressora passou a integrar estratégias de segurança da informação como o Zero Trust — o mesmo nível de controle aplicado a servidores e estações de trabalho precisa ser aplicado a equipamentos de impressão.

Como mitigar: incluir impressoras no processo de gestão de patches, alterar senhas padrão de administração e desativar serviços de rede desnecessários.

Disco interno do equipamento com histórico de documentos

Multifuncionais de médio e grande porte têm disco rígido que armazena cópias dos documentos processados para otimização do processamento. Sem política formal de limpeza periódica ou de limpeza segura no fim do contrato, esse disco acumula anos de documentos impressos, copiados e digitalizados — incluindo dados pessoais sensíveis. Ao devolver o equipamento ao fornecedor, a empresa precisa garantir certificado de limpeza segura do disco, não apenas a devolução física do equipamento.

Como mitigar: verificar se o equipamento tem função de limpeza segura de disco (sobrescrita conforme padrão NIST 800-88) e exigir certificado de execução no fim do contrato.

Descarte seguro: o ciclo de vida do documento não termina na impressão

A segurança do documento físico não termina quando ele sai da impressora. O ciclo completo inclui uso, armazenamento temporário (quando necessário) e descarte. Em cada etapa há riscos que precisam de processo formal.

Política de descarte seguro de documentos físicos

Tipo de documento Método de descarte Prazo de retenção antes do descarte Nunca fazer
Documentos com dados pessoais (CPF, dados bancários, dados de saúde) Trituração de nível P-4 (partículas de até 6 mm²) ou fragmentadora de nível equivalente Conforme prazo legal específico do documento. Após o prazo: trituração imediata Lixo comum, reciclagem sem trituração prévia, deixar em mesa ou bandeja sem data de descarte
Documentos estratégicos (propostas, contratos, dados financeiros) Trituração ou coleta segura com certificado Política de retenção definida pela área jurídica ou compliance Lixo comum, descarte em coletores sem acesso restrito
Documentos não sensíveis (comunicados, materiais de divulgação) Reciclagem comum Sem prazo obrigatório Incluir junto com documentos que deveriam ser triturados (evita erro de classificação)

Próximo Passo

Os documentos confidenciais da sua empresa ficam na bandeja da impressora sem nenhum controle de quem pode acessá-los?

A Mobit implanta impressão segura com pull printing e autenticação por crachá ou biometria no parque de impressão da sua empresa, com rastreabilidade completa para conformidade com a LGPD.

Quero impressão segura com pull printing →

Diagnóstico gratuito. Sem compromisso.

Perguntas frequentes sobre impressão segura

O que é impressão segura (secure printing)?
Impressão segura é o conjunto de práticas e tecnologias que protege documentos impressos contra acesso não autorizado em todas as etapas do ciclo de vida do documento físico. Inclui criptografia do tráfego de rede durante a transmissão do documento para a impressora, autenticação obrigatória do usuário no equipamento antes da impressão acontecer (pull printing), controle de acesso por perfil de função, rastreabilidade de quem imprimiu o quê e quando, e descarte seguro dos documentos após o uso. O elemento central da impressão segura é o pull printing: o documento fica retido no servidor e só é impresso fisicamente quando o usuário se autentica presencialmente no equipamento via PIN, crachá RFID ou biometria. Isso elimina o principal risco de impressão corporativa, que é o documento esquecido na bandeja de saída acessível a qualquer pessoa que passe pelo equipamento.
O que é pull printing e como funciona?
Pull printing é a tecnologia de impressão segura onde o documento enviado pelo usuário não é impresso imediatamente na bandeja do equipamento, mas fica retido no servidor de impressão até que o usuário se autentique presencialmente no equipamento. O processo funciona assim: o usuário envia o documento para impressão a partir do computador, o documento vai para uma fila segura no servidor (não sai na impressora), o usuário vai fisicamente até o equipamento de sua escolha e se autentica (PIN, crachá RFID ou biometria), e só então a impressora processa e imprime o documento, que é imediatamente retirado pelo usuário presente. Documentos enviados que não são liberados em até 24 horas são automaticamente apagados do servidor. O pull printing tem dois benefícios simultâneos: segurança (documento nunca fica exposto na bandeja) e redução de desperdício (documentos enviados por engano, duplicados ou que o usuário desistiu de imprimir nunca são impressos fisicamente).
Impressão sem controle viola a LGPD?
A LGPD (Lei 13.709/2018) considera a impressão de dados pessoais como uma forma de tratamento de dados, sujeita a todas as obrigações de segurança da lei. Isso significa que documentos com CPF, dados de saúde, informações financeiras, dados de colaboradores ou qualquer outro dado pessoal precisam ter medidas de segurança adequadas durante todo o ciclo de vida, incluindo o formato físico impresso. A impressão sem controle de acesso pode configurar violação da LGPD em situações como: documentos com dados pessoais esquecidos em bandeja de saída acessível a terceiros não autorizados, descarte de documentos com dados pessoais em lixo comum (sem trituração), devolução de equipamentos ao fornecedor sem limpeza segura do disco interno e ausência de rastreabilidade de quem imprimiu o quê em caso de investigação por incidente. As sanções da LGPD podem incluir advertência, multa de até 2% do faturamento anual (limitada a R$ 50 milhões por infração), bloqueio ou eliminação dos dados e publicização da infração.
Qual o melhor método de autenticação para impressão segura?
O melhor método depende do nível de segurança necessário e da infraestrutura existente. Para a maioria das empresas, o crachá RFID é a melhor combinação de segurança e conveniência: aproveita o crachá de controle de acesso físico que o colaborador já usa diariamente, não exige memorização de senha, o processo de autenticação é rápido (aproximar o crachá ao leitor), e o nível de segurança é alto porque o crachá é individual e difícil de falsificar. O PIN (senha numérica) é o método de menor custo de implantação, mas tem nível de segurança baixo porque PINs podem ser compartilhados ou descobertos. É indicado apenas onde o objetivo principal é reduzir abandono de documentos, não controlar acesso com rigor. A biometria (impressão digital ou facial) oferece o maior nível de segurança, pois a credencial é inequivocamente vinculada ao usuário e não pode ser compartilhada. É a opção recomendada para áreas que processam dados sensíveis regulados, como saúde, jurídico e financeiro. Leitores RFID e biométricos podem ser integrados via USB a impressoras de diferentes marcas, sem necessidade de substituir o equipamento existente.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR DESTES ARTIGOS:

COMENTÁRIOS:

Nenhum comentário foi feito, seja o primeiro!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *