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Quase 1.000 dispositivos para substituir. Nenhum deles precisava ser configurado manualmente pelo TI.
Quase 1.000 dispositivos para substituir. Nenhum deles precisava ser configurado manualmente pelo TI.
Como a MOBIT combinou Android Zero-Touch, MDM, dispositivos, chips, acessórios e logística para conduzir a substituição de um parque corporativo de quase 1.000 equipamentos sem criar uma fila de configuração manual para o TI.
Substituir um smartphone corporativo é relativamente simples. Substituir quase 1.000, distribuí-los aos colaboradores e garantir que todos entrem no ambiente corporativo com as aplicações e políticas corretas transforma a troca de equipamentos em um projeto de tecnologia, segurança e logística.
Era esse o desafio do cliente. O parque Android precisava ser renovado, mas a substituição não poderia criar uma fila de centenas de equipamentos para configuração pelo TI, gerar diferentes padrões entre dispositivos ou comprometer a continuidade da operação. A solução desenhada pela MOBIT combinou Android Zero-Touch, MDM e uma operação completa de rollout.
Por que o problema não era comprar 1.000 dispositivos
Em projetos dessa escala, adquirir os equipamentos é apenas uma parte da operação. Cada dispositivo precisa chegar ao usuário correto, com chip e acessórios, entrar no ambiente de gerenciamento, receber as configurações necessárias e aplicar as políticas definidas pela empresa. Se esse processo depender da intervenção manual do TI em cada equipamento, a complexidade cresce junto com o parque. Em quase 1.000 dispositivos, minutos de trabalho por aparelho rapidamente se transformam em centenas de horas potenciais de configuração.
com um único padrão de provisionamento
provisionamento automático via Zero-Touch
dispositivos, chips, acessórios, MDM e logística
novos dispositivos entram no padrão automaticamente
MOBIT Soluções, 2025.
Área: MDM e Gestão de Frotas
Ano: 2025
Sobre o cliente
FM2C
A FM2C é uma empresa de tecnologia com foco em soluções corporativas integradas. Com operações em expansão e um parque de dispositivos móveis utilizado por equipes internas e de campo, a empresa buscava uma solução que permitisse renovar quase 1.000 aparelhos Android sem sobrecarregar o TI com configurações individuais.
Setor
Tecnologia
Dispositivos
~1.000 Android
Plataforma
Android Enterprise
Operação
Nacional
Neste artigo
- O problema não era comprar 1.000 dispositivos
- A MOBIT desenhou o rollout antes do primeiro dispositivo chegar ao usuário
- O dispositivo chegou ao colaborador pronto para entrar no ambiente corporativo
- Dispositivo, chip, acessórios, MDM e logística dentro da mesma operação
- Quase 1.000 dispositivos. Um mesmo padrão de provisionamento.
- O rollout terminou. O processo ficou.
- Depois do rollout começa a gestão
- Perguntas frequentes
O problema não era comprar 1.000 dispositivos
Em projetos dessa escala, adquirir os equipamentos é apenas uma parte da operação. Cada dispositivo precisa chegar ao usuário correto, com chip e acessórios, entrar no ambiente de gerenciamento, receber as configurações necessárias, instalar as aplicações corporativas e aplicar as políticas definidas pela empresa.
Se esse processo depender da intervenção manual do TI em cada equipamento, a complexidade cresce junto com o parque. Em quase 1.000 dispositivos, minutos de trabalho por aparelho rapidamente se transformam em centenas de horas potenciais de configuração.
Quanto maior a dependência de procedimentos manuais, maior o desafio de garantir que todos os equipamentos sejam provisionados seguindo exatamente o mesmo padrão. O cliente precisava renovar o parque sem transferir toda essa complexidade para sua equipe interna.
A MOBIT desenhou o rollout antes do primeiro dispositivo chegar ao usuário
A estratégia foi estruturar previamente todo o processo de provisionamento. Utilizando o Android Zero-Touch, os novos equipamentos foram associados ao ambiente corporativo antes da distribuição.
O Zero-Touch é um recurso do Android Enterprise que permite que dispositivos compatíveis sejam vinculados previamente à configuração corporativa. Quando são ligados e conectados à internet durante a configuração inicial, recebem as instruções necessárias para entrar no ambiente gerenciado.
A MOBIT estruturou essa jornada em conjunto com o MDM. Políticas, aplicações e configurações necessárias ao perfil de uso foram preparadas para que o processo acontecesse de maneira padronizada. Na prática, isso mudou completamente a lógica do rollout: a configuração deixou de ser uma atividade repetitiva por equipamento e passou a fazer parte da arquitetura do projeto.
O dispositivo chegou ao colaborador pronto para entrar no ambiente corporativo
No primeiro acesso à internet durante a configuração inicial, o processo de provisionamento era acionado. O equipamento era direcionado para o gerenciamento corporativo e recebia as aplicações, configurações e políticas definidas para aquele ambiente.
Isso permitiu que os dispositivos fossem entregues diretamente aos usuários sem criar uma operação paralela em que o TI precisasse preparar manualmente quase 1.000 equipamentos.
Quase 1.000 dispositivos foram substituídos. O TI não precisou configurar cada aparelho individualmente.
Dispositivo, chip, acessórios, MDM e logística dentro da mesma operação
A renovação envolvia diferentes componentes que, em muitos projetos, poderiam estar distribuídos entre diversos fornecedores. A MOBIT assumiu a operação de forma integrada.
Além da implantação e do provisionamento via MDM e Zero-Touch, o projeto contemplou o fornecimento dos novos dispositivos, a substituição dos chips, capas e películas e a coordenação logística necessária para que os equipamentos chegassem aos colaboradores.
Isso reduziu a fragmentação do projeto para o cliente. Em vez de administrar separadamente equipamento, Telefonia Móvel, MDM, acessórios e logística, havia uma operação coordenando as diferentes etapas da jornada.
É justamente aí que este case deixa de ser apenas um projeto de MDM. Ele passa a mostrar a capacidade da MOBIT de conectar Tecnologia, Telefonia Corporativa e operação para resolver uma necessidade completa do cliente.
Quase 1.000 dispositivos. Um mesmo padrão de provisionamento.
Automatizar o processo trouxe uma vantagem que vai além da velocidade: padronização. Quando o provisionamento é definido previamente, cada equipamento entra no ambiente seguindo as políticas determinadas para aquele perfil.
Isso reduz a dependência de configurações manuais e facilita a aplicação consistente das regras corporativas em escala.
Ao final do rollout, os dispositivos também passaram a fazer parte do inventário gerenciado no MDM, ampliando a visibilidade sobre o parque e seu estado de gerenciamento. O projeto não terminou quando o último equipamento foi entregue. Ele deixou uma estrutura para administrar o parque depois da implantação.
O rollout terminou. O processo ficou.
Talvez este seja o resultado mais importante do projeto. O cliente precisava substituir quase 1.000 equipamentos naquele momento, mas novos dispositivos continuariam entrando na empresa depois.
Novas admissões, substituições por defeito, expansões do parque e outras movimentações não deveriam exigir que o TI voltasse ao modelo manual. A arquitetura criada para o rollout passou a estabelecer um padrão para a entrada de novos dispositivos Android no ambiente corporativo.
Assim, o ganho não ficou restrito aos quase 1.000 equipamentos daquele projeto. A MOBIT transformou uma necessidade pontual de substituição de parque em um processo replicável de gestão do ciclo de vida dos dispositivos.
Depois do rollout começa a gestão
Colocar o dispositivo no ambiente corporativo é o início da jornada, não o fim. Depois do provisionamento, surgem outras necessidades: acompanhar conformidade, controlar aplicações, atualizar políticas, administrar inventário, tratar equipamentos perdidos ou furtados e conduzir movimentações de usuários e dispositivos.
É justamente essa continuidade que conecta o rollout à estratégia de MDM. No case do tablet furtado, por exemplo, foi essa estrutura de gerenciamento previamente implantada que permitiu atuar remotamente quando o dispositivo saiu do controle físico da organização.
Um projeto trata da entrada de quase 1.000 equipamentos. O outro mostra por que continuar gerenciando esses equipamentos depois da entrega é tão importante.
Tecnologia deve reduzir complexidade, não transferi-la para o cliente. O cliente precisava renovar um parque inteiro. Poderia ter recebido quase 1.000 caixas e, junto com elas, quase 1.000 tarefas de configuração. A proposta da MOBIT foi diferente: estruturar a tecnologia, o provisionamento e a operação para que a complexidade fosse tratada antes de chegar ao usuário e ao TI.
Precisa substituir ou expandir seu parque corporativo?
A MOBIT estrutura projetos de rollout integrando dispositivos, MDM, Telefonia Móvel, acessórios, provisionamento e logística. Em ambientes compatíveis, tecnologias como Android Zero-Touch e Apple Automated Device Enrollment permitem automatizar etapas do provisionamento e reduzir significativamente a necessidade de configuração individual pelo TI.
Perguntas frequentes
O que é o Android Zero-Touch e para quais empresas ele é indicado?
O Android Zero-Touch é um recurso do Android Enterprise que permite vincular dispositivos ao ambiente corporativo antes da distribuição. Ao ligar o aparelho e conectá-lo à internet, o provisionamento é iniciado automaticamente, sem intervenção manual do TI. É indicado para empresas com parques Android de médio e grande porte que precisam padronizar o provisionamento e reduzir o esforço operacional da equipe de TI.
Qual a diferença entre provisionar com Zero-Touch e provisionar manualmente?
No modelo manual, o TI precisa configurar cada dispositivo individualmente: instalar aplicativos, aplicar políticas, validar acesso e só então entregar ao usuário. Com Zero-Touch, o ambiente é preparado antes da distribuição. O próprio dispositivo, ao ser ligado, executa o provisionamento automaticamente. Em um parque de quase 1.000 aparelhos, a diferença representa centenas de horas de trabalho.
A MOBIT fornece apenas MDM ou também entrega os dispositivos fisicamente?
A MOBIT opera de forma integrada. Além da implantação e do gerenciamento via MDM, a empresa pode fornecer os próprios dispositivos, chips, capas e películas, e coordenar a logística de distribuição. O cliente não precisa gerenciar múltiplos fornecedores para executar um rollout completo.
O que acontece depois do rollout? O MDM continua sendo utilizado?
Sim. O rollout é o início da jornada, não o fim. Depois da distribuição, o MDM segue gerenciando o parque: acompanha conformidade, controla aplicações, atualiza políticas, administra o inventário e permite tratar equipamentos perdidos ou furtados remotamente. Essa estrutura também se aplica a novos dispositivos que entram no parque depois do projeto inicial.
Em quanto tempo é possível estruturar um rollout desse porte?
O prazo depende do porte do parque, do número de perfis de uso, da necessidade de migração de dados e da logística de distribuição. O que o Zero-Touch e o MDM mudam é que o tempo de configuração individual por equipamento deixa de ser um fator limitante, pois o provisionamento ocorre automaticamente. Isso torna o processo escalavelmente mais rápido do que o modelo manual.
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