Ao navegar em nosso site você concorda com a nossa Política de Privacidade e nossos Termos de uso Li e Concordo
Casos de Sucesso MDM

O tablet havia sido furtado. O controle sobre ele, não.

Case de sucesso: MDM
Case MDM: como a gestão remota de dispositivos permitiu localizar, bloquear e apagar um tablet corporativo furtado preservando os dados

O tablet havia sido furtado. O controle sobre ele, não.

Como a gestão de MDM permitiu localizar, bloquear e apagar remotamente um dispositivo corporativo após um furto, preservando os dados e apoiando a resposta ao incidente.

Quando um dispositivo corporativo desaparece, dois problemas começam ao mesmo tempo. O primeiro é físico: onde está o equipamento? O segundo é potencialmente muito mais relevante: quem pode acessar o que existe dentro dele?

Foi essa situação enfrentada por uma instituição educacional após o furto de um tablet disponibilizado ao público em uma de suas unidades de atendimento. O equipamento estava sob gerenciamento de MDM implementado pela MOBIT. O que aconteceu em seguida mostra o que muda quando uma política de segurança já estava configurada antes do incidente.

Por que o problema começa antes de qualquer furto

Dispositivos utilizados em ambientes de atendimento ao público são particularmente expostos. Precisam estar acessíveis para cumprir sua função, mas essa acessibilidade física também aumenta o risco de perda, furto ou uso indevido. Sem uma camada de gerenciamento remoto previamente configurada, o momento do incidente é tarde demais para agir. E nesse ponto que o MDM muda o que e possível fazer.

O que foi possível fazer após o furto

Dispositivo localizado
com histórico de deslocamento reconstruido
Acesso bloqueado remotamente
sem recuperação física do equipamento
Dados apagados remotamente
restauração completa executada via MDM
Nenhum vazamento identificado
incidente respondido sem exposição de dados

Instituição educacional, 2025.

Setor: Energia Elétrica
Área: Gestão de Dispositivos Móveis (MDM)
Ano: 2025

Sobre o cliente

EDP Brasil

A EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico brasileiro, com 30 anos de atuação no país. Opera nas áreas de geração de energia renovável, distribuição, transmissão e comercialização, atendendo 3,9 milhões de clientes nos estados de São Paulo e Espírito Santo. Com sede em São Paulo (bairro da Lapa), o grupo conta com mais de 12 mil colaboradores diretos e terceirizados no Brasil.

Setor

Energia Elétrica

Colaboradores

+12.000 diretos e terceirizados

Sede

São Paulo (SP)

Clientes atendidos

3,9 milhões (SP e ES)

O problema começou antes de alguem perceber o furto

Dispositivos utilizados em ambientes de atendimento apresentam um desafio particular. Eles precisam estar disponíveis para cumprir sua função, mas essa disponibilidade física também aumenta a exposição a perda, furto, uso indevido ou tentativa de intervenção no equipamento.

Neste caso, quando a equipe percebeu que o tablet não estava mais na unidade, ele já havia se deslocado.

Sem uma camada de gerenciamento remoto, a instituição teria poucas informações além da constatação de que o equipamento não estava mais sob sua posse. Com o MDM implementado pela MOBIT, o cenário era diferente.

A localização mostrou que o tablet havia chegado a uma assistência técnica

O histórico registrado pela solução permitiu acompanhar o deslocamento do dispositivo após sua saída da unidade. A localização apontou que o tablet havia chegado a um endereço de assistência técnica.

Essa informação acrescentou uma nova dimensão a resposta ao incidente. A instituição não precisava trabalhar apenas com a hipótese de onde o equipamento poderia estar. Havia informações concretas de localização e horário que podiam apoiar o registro da ocorrência e a investigação.

Os dados disponíveis foram utilizados como suporte às informações fornecidas no boletim de ocorrência.

Mas saber onde estava o equipamento ainda não resolvia o principal risco: era necessário impedir o acesso ao conteúdo.

A resposta aconteceu remotamente

Por meio da gestão de MDM, foi aplicado o bloqueio remoto do tablet, restringindo seu uso mesmo sem qualquer acesso físico ao equipamento.

Na sequência, foi executado o apagamento remoto dos dados do dispositivo.

Essas ações reduziram a exposição das informações e permitiram que a instituição respondesse ao furto mesmo sem recuperar imediatamente o controle físico do tablet. No incidente, não foi identificado vazamento de dados.

Esse ponto é importante porque mostra uma função do MDM que nem sempre aparece quando a tecnologia é apresentada apenas como ferramenta de inventário, instalação de aplicativos ou aplicação de políticas. Em uma situação real de perda ou furto, o MDM passa a fazer parte da capacidade de resposta da empresa.

O que foi possível executar remotamente neste caso

Localização do dispositivo e reconstrução do deslocamento. Bloqueio de acesso mesmo sem posse física. Apagamento remoto de todos os dados armazenados. Fornecimento de evidências para o boletim de ocorrência. Nenhuma dessas ações dependeu de recuperar fisicamente o equipamento.

A ferramenta sozinha não cria uma estratégia de segurança

Existe uma diferenca importante entre ter licenças de MDM e ter dispositivos efetivamente gerenciados.

Para que a resposta funcione no momento de um incidente, o ambiente precisa ter sido preparado antes dele. Os dispositivos precisam estar corretamente inscritos, as políticas precisam estar configuradas, os recursos necessários precisam estar habilitados e a empresa precisa saber qual procedimento executar diante de uma ocorrência.

É nesse ponto que entra o trabalho consultivo da MOBIT. A atuação envolve entender o perfil da operação, definir as políticas adequadas, implantar a solução, configurar os dispositivos e manter a gestão do ambiente.

O pior momento para descobrir que uma política de segurança não estava configurada é depois que o dispositivo desapareceu.

O que teria mudado sem gerenciamento remoto

Sem uma solução de gerenciamento previamente implementada, a instituição poderia perder não apenas o equipamento, mas também a capacidade de agir sobre ele.

Não haveria a mesma visibilidade de localização disponível por meio do ambiente gerenciado, nem a possibilidade de aplicar remotamente as ações previstas na política de MDM.

A resposta passaria a depender muito mais das proteções locais existentes no dispositivo e das possibilidades de recuperação física do equipamento.

Com MDM, a empresa mantém uma camada adicional de controle mesmo quando perde a posse física. Esse é o ponto central deste case: segurança de dispositivos móveis não começa quando um equipamento é furtado. Começa antes, quando a empresa decide como aquele dispositivo será gerenciado caso algo aconteca.

E a LGPD?

A perda ou o furto de um dispositivo não significa automaticamente que houve vazamento de dados ou que existe obrigação automática de comunicação a ANPD.

A avaliação depende das características do incidente, dos dados envolvidos, das proteções existentes e do risco ou dano potencial aos titulares.

Por isso, mecanismos que permitam restringir acesso, proteger informações e responder rapidamente ao incidente fazem parte de uma estratégia mais ampla de segurança e proteção de dados.

Neste caso, as medidas disponíveis permitiram bloquear o dispositivo, eliminar remotamente seu conteúdo e preservar os dados, sem que fosse identificado vazamento.

Depois do incidente, o trabalho continua

Resolver uma ocorrência não encerra o trabalho de gestão.

Um incidente real também serve para revisar políticas, procedimentos e configurações. A MOBIT pode avaliar se outros dispositivos com o mesmo perfil possuem as mesmas proteções, se as políticas continuam adequadas, se existem equipamentos fora de conformidade e se diferentes grupos de usuários precisam de níveis distintos de controle.

É também nesse momento que inventário, segurança, aplicações e ciclo de vida dos dispositivos passam a fazer parte de uma mesma gestão.

MDM não deveria ser uma ferramenta lembrada apenas quando alguma coisa acontece. Ele precisa estar funcionando antes para que a empresa consiga responder quando acontecer.

Sua empresa conseguiria agir agora?

Imagine que um smartphone ou tablet corporativo desapareca neste momento. Sua equipe consegue localizar o dispositivo, bloquear o acesso e proteger os dados? Se essas respostas dependem de descobrir o que fazer depois do incidente, existe uma lacuna de gestão.

Avaliar a gestão dos dispositivos da minha empresa

Perguntas frequentes

O MDM consegue localizar qualquer dispositivo corporativo furtado?

A localização depende de o dispositivo estar inscrito corretamente no MDM, com as políticas de rastreamento habilitadas e com conectividade ativa. Dispositivos desligados ou sem acesso a rede podem não transmitir localização em tempo real, mas o histórico registrado antes da perda de sinal pode ainda oferecer informações úteis para a resposta ao incidente.

O que e um apagamento remoto (wipe) e quais são seus efeitos?

O apagamento remoto, ou wipe, é uma ação executada via MDM que restaura o dispositivo para as configurações de fábrica, eliminando todos os dados armazenados, aplicações instaladas e configurações definidas. Pode ser executado sem acesso físico ao equipamento, desde que ele tenha conectividade. O wipe é irreversível: após executado, os dados não podem ser recuperados.

Um incidente de furto de dispositivo obriga a empresa a comunicar à ANPD?

Não automaticamente. A LGPD estabelece que a comunicação de incidentes de segurança deve ocorrer quando há risco ou dano relevante aos titulares dos dados. A avaliação leva em conta os dados presentes no dispositivo, as medidas de proteção existentes e a probabilidade de acesso indevido. Neste case, o bloqueio e apagamento remoto reduziram o risco a ponto de não ser identificado vazamento de dados.

Qual a diferença entre ter licenças de MDM e ter dispositivos efetivamente gerenciados?

Licenças dão acesso a plataforma. Dispositivos gerenciados são aqueles que foram corretamente inscritos, com políticas configuradas, recursos habilitados e procedimentos definidos. Um dispositivo com licença mas sem inscrição e configuração adequada não responde à comandos remotos. A gestão efetiva é o que torna possível agir no momento de um incidente.

MDM se aplica apenas a smartphones, ou também a tablets e notebooks?

O MDM se aplica a diferentes tipos de dispositivos móveis, incluindo smartphones, tablets e, dependendo da plataforma, também notebooks. A abrangência depende do sistema operacional do equipamento e da solução de MDM utilizada. A MOBIT avalia o parque de dispositivos de cada cliente para definir quais equipamentos podem ser inscritos e quais políticas são aplicáveis a cada perfil.

Conteúdos relacionados

LGPD e dispositivos móveis corporativos: o que sua empresa precisa garantir

Entenda como a gestão de dispositivos participa da estratégia de proteção de dados e resposta à incidentes.

MDM para empresas: guia de gestão de dispositivos móveis corporativos

Conheça os recursos, modelos de implantação e aplicações do MDM em ambientes empresariais.

MDM vs. antivirus: qual a diferença na segurança de dispositivos corporativos?

Entenda o papel de cada tecnologia e por que elas tratam riscos diferentes.

Outros cases de MDM

350 dispositivos de equipe externa: como o MDM viabilizou controle de aplicações e gestão do consumo de dados

Gestão centralizada de parque externo com controle de apps e consumo por grupo de usuários.

VOCÊ TAMBÉM PODE GOSTAR DESTES ARTIGOS:

COMENTÁRIOS:

Nenhum comentário foi feito, seja o primeiro!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *