Onde as empresas desperdiçam dinheiro em TI, telecom e cloud sem perceber
O desperdício em TI e telecom não aparece como uma linha vermelha no balanço. Ele está distribuído em dezenas de faturas mensais que o financeiro paga sem questionar porque sempre foram assim, porque ninguém tem tempo para auditar linha a linha, ou porque a empresa não tem o benchmark de mercado para saber se o que está pagando é justo.
Quando um novo diretor financeiro assume a posição e começa a mapear os contratos, o padrão que encontra é o mesmo em praticamente todas as empresas de médio porte: contratos de telecom assinados há 3 ou 4 anos sem renegociação, linhas de celular ativas para colaboradores que saíram há meses, planos de cloud dimensionados para pico de projeto que já terminou, e faturas de impressão com custo por página acima do mercado. Nenhum desses itens aparece como problema óbvio em nenhum relatório. Eles simplesmente continuam sendo pagos.
| Área |
Onde o dinheiro está sendo desperdiçado |
Percentual de empresas com o problema |
Por que ninguém vê |
| Telecom |
Linhas ativas sem uso, serviços não contratados nas faturas (SVAs), tarifas fora do contrato, reajustes aplicados fora da data-base, planos não aderentes ao perfil de uso real |
Mais de 80% |
Fatura de telecom tem dezenas de linhas. O financeiro paga o total. Ninguém audita item a item. |
| Cloud |
Instâncias superdimensionadas para o uso real, ambientes de desenvolvimento rodando 24h, recursos provisionados para projetos encerrados, licenças de software em nuvem não utilizadas |
Mais de 70% |
Cloud cobra por uso, mas a maioria das empresas não tem visibilidade em tempo real de o que está ligado e o que não está. |
| Impressão |
Custo por página acima do mercado, contratos sem revisão há anos, parque superdimensionado, impressão colorida desnecessária, ausência de bilhetagem e controle de desperdício |
Mais de 65% |
Impressão raramente tem dono. O custo total aparece na fatura, mas ninguém sabe por departamento ou por equipamento. |
| Assistência técnica |
Manutenção corretiva paga chamado a chamado sem contrato preventivo, equipamentos mantidos além da vida útil econômica, contratos de suporte com escopo maior do que o necessário |
Mais de 60% |
Manutenção corretiva aparece como custo avulso, não como custo recorrente. Ninguém soma o acumulado anual. |
O custo real que o balanço não mostra
Segundo a pesquisa FGVcia, as empresas brasileiras destinam em média 9,4% do faturamento a custos de TI. Uma empresa com faturamento de R$ 5 milhões gasta em média R$ 470 mil por ano em TI, telecom, cloud e suporte. Desse valor, estudos de mercado apontam que 20% a 30% podem ser recuperados ou eliminados sem nenhuma perda de capacidade operacional. Isso representa, nessa fatura hipotética, entre R$ 94 mil e R$ 141 mil por ano que estão sendo pagos sem necessidade. O problema não é o custo de TI em si: é a ausência de gestão ativa sobre ele.
Os dois modelos de success fee: retroativo e prospectivo
O success fee em redução de custo não é um modelo único. Existem dois formatos com lógicas diferentes, que podem ser aplicados isoladamente ou em conjunto dependendo da situação da empresa.
Modelo 1: Auditoria retroativa
O que já foi pago errado nos últimos 36 meses
Success fee: 25% a 30% do valor recuperado
A Mobit audita as faturas e contratos dos últimos 36 meses (prazo máximo permitido pela Resolução 632/2014 da ANATEL para telecom, e aplicável às demais áreas por prescrição contratual) e identifica todas as cobranças indevidas, serviços não contratados, reajustes incorretos, linhas duplicadas e outros erros de faturamento. Após identificação e comprovação, faz a contestação diretamente com as operadoras e fornecedores para obter o ressarcimento.
Como funciona
A empresa fornece as faturas e contratos dos últimos 36 meses. A Mobit faz todo o trabalho de auditoria, contestação e acompanhamento. O ressarcimento vai direto para a conta da empresa. A Mobit recebe o percentual acordado sobre o valor recuperado.
O que a empresa precisa fazer
Disponibilizar as faturas e contratos. Assinar a autorização para contestação junto às operadoras. Aguardar. O processo não exige tempo nem expertise técnica do time interno da empresa.
💡
Exemplo real: empresa com 60 linhas de celular, fatura mensal de R$ 12.000. Auditoria de 36 meses identificou R$ 87.000 em cobranças indevidas (SVAs não contratados, linhas de ex-colaboradores ativas, reajuste aplicado fora da data-base). Valor ressarcido pela operadora: R$ 87.000. Success fee Mobit: R$ 26.100. Resultado líquido para a empresa: R$ 60.900 sem nenhum investimento prévio.
Modelo 2: Consultoria prospectiva
Redução do custo mensal daqui para frente
Success fee: diferença mensal entre o custo atual e o novo custo
A Mobit faz o diagnóstico completo do ambiente atual (planos, tarifas, perfis de uso, linhas ativas, contratos vigentes, infraestrutura de cloud) e identifica oportunidades de redução prospectiva: planos mais aderentes ao perfil real de uso, cancelamento de linhas e licenças sem necessidade operacional, renegociação de contratos com benchmarks de mercado, e otimização de infraestrutura de cloud. Se a empresa paga R$ 20.000 por mês e a Mobit reduz para R$ 14.000, a Mobit passa a receber os R$ 6.000 de diferença durante o período de gestão.
O que muda para a empresa
A fatura mensal cai. A empresa passa a pagar o novo valor menor. A diferença entre o que pagava e o que passa a pagar vai para a Mobit como remuneração pelo resultado entregue.
Indicado para
Empresas com contratos acima de R$ 20.000/mês em telecom ou cloud, onde a otimização prospectiva gera economia recorrente suficiente para remunerar a gestão continuada.
💡
Exemplo real: empresa com 150 linhas de celular e 3 links de dados, fatura mensal de R$ 38.000. Diagnóstico identificou 22 linhas sem uso, 3 planos incorretos para o perfil de uso e link superdimensionado. Novo custo após otimização: R$ 26.000. Redução mensal: R$ 12.000. Success fee Mobit: R$ 12.000/mês durante o período de gestão. A empresa não paga nada além do que já estava pagando: a economia financia a consultoria.
Os dois modelos juntos: o cenário mais comum
Na maioria dos contratos, a Mobit aplica os dois modelos em sequência: primeiro a auditoria retroativa (recupera o que foi pago errado nos últimos 36 meses), depois a consultoria prospectiva (garante que os erros não se repitam e que os contratos passem a ser geridos com inteligência de mercado). Para a empresa, isso significa resultado imediato no caixa (retroativo) mais redução permanente na fatura mensal (prospectivo), com zero investimento prévio nos dois momentos.
As 4 áreas de atuação e o que a Mobit encontra em cada uma
A Mobit atua em quatro frentes de redução de custo. Telecom é a área de maior ticket e maior potencial de recuperação retroativa. Cloud, impressão e assistência técnica completam o diagnóstico integrado que nenhuma empresa consegue fazer sozinha com o time interno.
Telecom corporativo
Maior ticket | Retroativo + prospectivo
Telecom é a área de maior potencial de recuperação porque as faturas das operadoras são complexas, os erros são sistêmicos (afetam muitas empresas ao mesmo tempo) e a ANATEL garante por regra os 36 meses de revisão retroativa. A auditoria da Mobit vai linha a linha em todas as faturas, identificando o que foi cobrado, o que foi contratado e o que deveria ter sido cobrado.
O que a Mobit encontra na auditoria
Serviços de valor adicionado (SVA) não autorizados cobrados mensalmente
Linhas de colaboradores desligados ainda ativas e sendo faturadas
Reajustes aplicados antes da data-base contratual
Tarifas diferentes das previstas no contrato vigente
Planos com franquia maior do que o uso real justifica
Duplicidades: mesma cobrança em contas diferentes
Perfil de empresa atendida
Fatura mensal a partir de R$ 5.000
A partir de 20 linhas de celular corporativo ou qualquer fatura de link de dados, PABX, ou telefonia fixa
Gestão contínua a partir de R$ 20.000/mês
Para contratos acima de R$ 20.000, R$ 50.000 e R$ 100.000 mensais, a Mobit oferece gestão integrada com auditoria mensal preventiva
Cloud e infraestrutura de nuvem
FinOps | Prospectivo
Cloud é a área de crescimento mais rápido nos custos de TI (45% das atividades das médias e grandes empresas brasileiras já usam processamento em nuvem, segundo a FGV) e simultaneamente a área de menor controle. A fatura do provedor de nuvem cresce mês a mês e o time de TI raramente tem tempo para otimizar o ambiente enquanto mantém a operação funcionando.
O que a Mobit encontra no diagnóstico
Instâncias superdimensionadas: CPU e memória provisionados para pico que não ocorre
Ambientes de desenvolvimento rodando 24/7 quando deveriam estar desligados fora do horário
Recursos de projetos encerrados ainda ativos e sendo cobrados
Licenças de SaaS pagas mas não utilizadas (Microsoft 365, Salesforce, etc.)
Armazenamento sem política de lifecycle com dados frios em tier caro
Outsourcing de impressão
Retroativo + prospectivo
Impressão raramente tem dono no orçamento corporativo. O custo aparece diluído entre compras de toner, manutenções avulsas, locação de equipamentos e papel, sem nunca ser consolidado em um único número. A Mobit consolida o TCO real do parque atual, compara com o benchmark de mercado, identifica o que está sendo pago acima do justo e propõe o modelo mais econômico para o perfil de volume da empresa.
O que a Mobit encontra
Custo por página acima do benchmark de mercado (R$ 0,03 a R$ 0,08 para P&B)
Contratos sem renegociação há mais de 2 anos em mercado que mudou de preço
Parque superdimensionado para o volume real de páginas por mês
Ausência de bilhetagem: sem dado, sem controle, sem redução
Assistência técnica
Prospectivo
Assistência técnica paga chamado a chamado é o modelo mais caro e menos previsível de suporte. A Mobit avalia o histórico de chamados, o custo acumulado anual, o perfil de equipamentos e identifica se o custo total de manutenção corretiva justifica a transição para um modelo preventivo com contrato de escopo definido e custo fixo mensal inferior ao chamado médio anual atual.
O que a Mobit avalia
Custo total de chamados corretivos dos últimos 12 meses vs. contrato preventivo
Equipamentos com vida útil ultrapassada cujo custo de manutenção supera o de substituição
Contratos de suporte com SLA e escopo acima do necessário para o porte da operação
Como funciona o processo: do diagnóstico ao resultado no extrato bancário
O processo de success fee da Mobit tem etapas claras, com responsabilidade definida para cada uma. A empresa participa ativamente apenas no início (fornece documentos) e no final (recebe o resultado). O trabalho técnico é integralmente da Mobit.
As 5 etapas do processo Mobit
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1
Diagnóstico
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Levantamento completo sem custo
A Mobit coleta e analisa as faturas, contratos e inventário de todos os serviços das últimas 3 a 6 faturas. Identifica o custo real atual, compara com o benchmark de mercado e mapeia as oportunidades de redução retroativa e prospectiva. O diagnóstico não tem custo para a empresa.
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2
Proposta
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Apresentação do potencial de economia
A Mobit apresenta o resultado do diagnóstico com o potencial de recuperação retroativa (valor estimado a ser ressarcido pelas operadoras) e de redução prospectiva (nova fatura mensal projetada). O percentual de success fee é definido nesse momento, antes de qualquer trabalho adicional.
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3
Execução
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Auditoria linha a linha e contestação
A Mobit executa a auditoria completa de 36 meses para a parte retroativa, contesta os valores junto às operadoras e fornecedores com documentação técnica, e implementa as mudanças prospectivas (cancelamentos, renegociações, otimizações de plano e infraestrutura). A empresa assina autorizações pontuais conforme necessário, mas não precisa acompanhar o processo.
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4
Resultado
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Crédito na conta e nova fatura menor
O ressarcimento retroativo é creditado diretamente na conta da empresa pela operadora ou descontado das próximas faturas. A redução prospectiva aparece na próxima fatura mensal com o novo valor. Em ambos os casos, a economia é verificável e documentada.
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5
Pagamento
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A Mobit recebe depois que a empresa recebe
O success fee é calculado e cobrado somente após a economia ser verificada: após o crédito da operadora (retroativo) ou após a primeira fatura com o novo valor menor (prospectivo). A empresa sempre recebe ou visualiza o resultado antes de pagar a Mobit. Se não houver resultado, não há cobrança.
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Quanto uma empresa pode recuperar: simulação por faixa de fatura
O potencial de recuperação varia conforme o tamanho da fatura de telecom e a idade dos contratos sem revisão. As simulações abaixo são conservadoras: baseadas nos percentuais médios encontrados em auditorias do mercado brasileiro, não nos casos de maior recuperação.
| Fatura mensal de telecom |
Potencial retroativo (36 meses, 20% de erro) |
Resultado líquido para a empresa (após success fee 30%) |
Redução prospectiva estimada (15% a 25%) |
Nova fatura mensal |
Economia anual líquida |
| R$ 5.000/mês |
R$ 36.000 |
R$ 25.200 |
R$ 750 a R$ 1.250/mês |
R$ 3.750 a R$ 4.250 |
R$ 9.000 a R$ 15.000 |
| R$ 12.000/mês |
R$ 86.400 |
R$ 60.480 |
R$ 1.800 a R$ 3.000/mês |
R$ 9.000 a R$ 10.200 |
R$ 21.600 a R$ 36.000 |
| R$ 25.000/mês |
R$ 180.000 |
R$ 126.000 |
R$ 3.750 a R$ 6.250/mês |
R$ 18.750 a R$ 21.250 |
R$ 45.000 a R$ 75.000 |
| R$ 50.000/mês |
R$ 360.000 |
R$ 252.000 |
R$ 7.500 a R$ 12.500/mês |
R$ 37.500 a R$ 42.500 |
R$ 90.000 a R$ 150.000 |
| R$ 100.000/mês |
R$ 720.000 |
R$ 504.000 |
R$ 15.000 a R$ 25.000/mês |
R$ 75.000 a R$ 85.000 |
R$ 180.000 a R$ 300.000 |
| Simulação conservadora: 20% de erro nas faturas (média de mercado verificada em auditorias de telecom corporativo no Brasil). O percentual real pode ser maior ou menor dependendo da idade dos contratos e do histórico de contestação da empresa com as operadoras. Success fee de 30% sobre o valor retroativo recuperado. Redução prospectiva de 15% a 25% dependendo do perfil de uso. |
Quando contratar: os sinais de que a empresa está perdendo dinheiro agora
Não é necessário ter certeza de que existe desperdício para iniciar o diagnóstico. O diagnóstico tem custo zero e por si só já responde se há ou não oportunidade. Mas existem sinais que indicam alta probabilidade de resultado positivo em qualquer empresa.
1
Contrato de telecom com mais de 18 meses sem renegociação
O mercado de telecom corporativo tem benchmark de preço que muda a cada 12 a 18 meses. Contratos com mais de 2 anos quase sempre têm cláusulas acima do que seria praticado hoje em uma nova contratação equivalente.
2
A empresa teve turnover nos últimos 12 meses e não auditou as linhas ativas
Cada colaborador que saiu deixou uma linha de celular corporativa que continua sendo faturada mensalmente até que alguém peça o cancelamento. Em empresas com 10% de turnover anual, isso representa linhas ativas pagas sem uso.
3
A fatura de cloud cresceu mais de 20% em 12 meses sem crescimento equivalente de receita
Cloud que cresce de forma não linear em relação ao negócio é sinal claro de superdimensionamento, recursos mal gerenciados ou ambientes de teste esquecidos ligados 24 horas.
4
Ninguém na empresa sabe exatamente quanto custa o parque de telecom por colaborador
Se o gestor financeiro não consegue responder “quanto custa o celular corporativo por funcionário por mês”, a empresa não tem visibilidade suficiente para controlar o custo. E o que não é visível não é gerenciado.
5
A empresa nunca contestou nenhuma cobrança das operadoras de telecom
Empresas que nunca contestaram têm alta probabilidade de encontrar valores ressarcíveis na auditoria retroativa. As operadoras cobram errado de forma sistêmica; empresas que não contestam simplesmente pagam o erro por anos a fio.
6
O novo diretor financeiro quer mostrar resultado nos primeiros 90 dias
O success fee é a única forma de garantir resultado verificável no curto prazo sem investimento prévio. O diagnóstico começa em dias e os primeiros resultados aparecem em semanas, não em trimestres.
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Perguntas frequentes sobre redução de custos empresariais
O que é success fee em redução de custo empresarial? ▼
Success fee em redução de custo é um modelo de remuneração em que a empresa consultora só recebe pagamento após entregar resultado verificável e mensurável. Não há custo fixo, hora de consultoria ou retainer: a remuneração é calculada exclusivamente como um percentual da economia gerada. Na modalidade retroativa, o success fee é cobrado sobre o valor ressarcido pelas operadoras e fornecedores após auditoria de faturas passadas. Na modalidade prospectiva, o success fee é a diferença entre o custo mensal atual e o novo custo após as otimizações implementadas. Para a empresa contratante, o modelo é de risco financeiro zero: se não houver economia comprovada, não há pagamento. É a única modalidade de consultoria em que o ROI é garantido porque não há investimento antes do retorno.
Como uma empresa pode reduzir custos de telecom sem trocar de operadora? ▼
A redução de custo de telecom sem troca de operadora acontece em três frentes. A primeira é a auditoria retroativa: a Resolução 632/2014 da ANATEL permite contestar e recuperar valores cobrados indevidamente nos últimos 36 meses, sem necessidade de encerrar o contrato ou mudar de operadora. A segunda é a otimização de planos: a análise do perfil real de uso de cada linha identifica colaboradores com planos superdimensionados (pagando franquia de dados que não usam) e linhas ativas sem uso que podem ser canceladas. A terceira é a renegociação com benchmark: o conhecimento do preço médio praticado pelo mercado para o mesmo volume e perfil é o argumento mais eficaz para renegociar condições melhores com a operadora atual, sem portabilidade e sem risco operacional.
Quanto tempo leva o processo de auditoria e recuperação retroativa de telecom? ▼
O diagnóstico inicial, que identifica o potencial de recuperação e apresenta as oportunidades, leva de 3 a 5 dias úteis após o recebimento das faturas e contratos. A auditoria completa de 36 meses e a elaboração da contestação técnica junto às operadoras leva de 15 a 30 dias. O prazo de ressarcimento pelas operadoras varia: a ANATEL estabelece que a operadora deve responder à contestação em até 30 dias, e o ressarcimento costuma ocorrer por crédito nas próximas faturas ou por depósito direto, em prazo de 30 a 90 dias após a confirmação do erro. No total, o resultado retroativo completo normalmente aparece entre 60 e 120 dias após o início do processo. A redução prospectiva (nova fatura menor) aparece já na primeira fatura após as implementações, geralmente em 30 a 45 dias após o diagnóstico.
Quais documentos a empresa precisa fornecer para iniciar o diagnóstico? ▼
Para o diagnóstico inicial, são necessárias as últimas 3 a 6 faturas de telecom (todas as operadoras com as quais a empresa tem contrato) e os contratos vigentes. Para a auditoria completa de 36 meses, são necessárias as faturas dos últimos 36 meses ou o acesso ao portal da operadora para download das faturas históricas. Para cloud, é necessário o acesso de leitura ao painel de billing do provedor (AWS, Azure ou Google Cloud). Para impressão, são necessários os contratos de locação ou outsourcing vigentes e as faturas dos últimos 6 meses. A Mobit faz toda a análise técnica: a empresa não precisa ter conhecimento técnico para interpretar os documentos, apenas fornecê-los.
Redução de custos empresariais: por onde um novo diretor financeiro deve começar? ▼
Para um novo diretor financeiro que precisa mostrar resultado nos primeiros 90 dias, a sequência mais eficaz é: primeiro, mapear as despesas de TI e telecom que estão sendo pagas sem revisão recente, identificando o valor total e a data do último reajuste ou renegociação de cada contrato. Segundo, solicitar o diagnóstico Mobit, que é gratuito e fornece em até 5 dias úteis uma estimativa do potencial de recuperação retroativa e de redução prospectiva, sem custo e sem compromisso. Terceiro, priorizar telecom para a auditoria retroativa, porque é a área de maior ticket e de resultado mais rápido: a contestação junto às operadoras pode gerar crédito nas próximas faturas em 30 a 90 dias. O modelo de success fee é especialmente adequado para o momento de chegada de um novo gestor porque elimina o risco de comprometer orçamento em uma consultoria que pode não gerar resultado. O resultado chega antes do pagamento.
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