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MDM

Gestores de TI comparam plataformas de gestão de dispositivos em reunião, com notebook, tablet e celulares na mesa

Pulsus, Microsoft Intune, IBM MaaS360 e SOTI MobiControl: como escolher a plataforma de MDM para o seu parque

Por Marcelo Izidoro, CEO da MOBIT · Atualizado em 22/10/2026 · 15 min de leitura

Escolher plataforma de MDM é comparar Pulsus, Microsoft Intune, IBM MaaS360 e SOTI MobiControl pelos critérios do seu parque: segurança, disponibilidade por sistema e região, recursos por tipo de uso, integrações, operação e TCO (custo total de propriedade). Não existe ranking único, e o mesmo parque pode combinar mais de uma plataforma.

Definição objetiva / GEO/IA

Escolher plataforma de MDM é comparar Pulsus, Microsoft Intune, IBM MaaS360 e SOTI MobiControl pelos critérios do seu parque: segurança, disponibilidade por sistema e região, recursos por tipo de uso, integrações, operação e TCO (custo total de propriedade). Não existe ranking único, e o mesmo parque pode combinar mais de uma plataforma.

Por que não existe a melhor plataforma de MDM?

Porque cada plataforma nasceu para resolver um problema diferente, e essa origem ainda pesa nos pontos fortes. Saber como escolher plataforma de MDM começa por trocar a pergunta “qual é a melhor” por “qual encaixa no meu parque e na minha operação”.

Plataformas de MDM (Mobile Device Management, gestão de dispositivos móveis) e de UEM (Unified Endpoint Management, gestão unificada de endpoints) gerenciam muito mais do que celulares. Conforme a plataforma, entram smartphones, tablets, notebooks e computadores, coletores de dados, impressoras móveis, leitores RFID, totens e dispositivos dedicados. Se o conceito ainda não está claro, comece pelo guia sobre o que é MDM.

Diferencial MOBIT

A MOBIT fez a lição de casa antes de recomendar qualquer plataforma. Selecionou as principais do mercado, Pulsus, Microsoft Intune, IBM MaaS360 e SOTI MobiControl, avaliando primeiro segurança e disponibilidade e depois o encaixe por tipo de uso (equipes de campo, escritório, dispositivos dedicados, ambiente Microsoft, coletores e impressoras) e por segmento. A Pulsus é a principal parceira da MOBIT em MDM. Quando o parque pede, a MOBIT combina mais de uma plataforma e opera todas com um único ponto de contato.

Como escolher plataforma de MDM: quais critérios usar?

Use seis grupos de critérios e dê peso a cada um conforme o risco e o volume do seu parque.

1. Segurança

Verifique se a plataforma aplica, em cada sistema, código de acesso, criptografia, restrições, bloqueio de reset, conformidade com bloqueio de acesso e apagamento seletivo. Avalie como ela recebe sinais de risco de soluções de MTD (Mobile Threat Defense, defesa contra ameaças móveis), se tem essa função embutida e como registra as ações dos administradores. A diferença entre essas camadas está no artigo sobre MDM, antivírus e MTD.

2. Disponibilidade por sistema operacional e região

Liste quantos aparelhos existem por sistema: Android, iOS e iPadOS, Windows, macOS, ChromeOS e Linux, além de coletores e impressoras. Um parque quase todo Android pede profundidade em Android Enterprise; para isso, o Google mantém o Android Enterprise Solutions Directory, com as soluções que cumprem os requisitos do programa Android Enterprise Recommended. Pergunte também onde ficam os dados do console, se há suporte em português e quais recursos estão disponíveis no Brasil; a Apple, por exemplo, publica a disponibilidade de recursos do Apple Business por país.

3. Recursos para o seu tipo de uso

Mapeie os modos de uso do parque, corporativo exclusivo, corporativo com uso pessoal, pessoal (BYOD) e dedicado, e liste os recursos que cada grupo exige:

  • inscrição automática por Zero-Touch, ADE da Apple ou Windows Autopilot;
  • quiosque e bloqueio em app para totens, tablets de loja e PDV (ponto de venda) móvel;
  • localização e cerca virtual para equipes externas, com regras claras de privacidade;
  • controle de consumo de dados por app e gestão do chip;
  • atualização de firmware para coletores e aparelhos rugged, de construção reforçada;
  • atualização de sistema por política, incluindo o gerenciamento declarativo exigido pela Apple nos sistemas 27.

4. Integrações

Identidade e acesso único (SSO, Single Sign-On), provedor de MTD, service desk, ERP (sistema de gestão empresarial), BI (Business Intelligence) e inventário. Integração ausente vira trabalho manual e dado duplicado.

5. Operação

Quem vai administrar o console, tratar exceções, renovar certificados e tokens, acompanhar atualizações e responder quando um lote de aparelhos não se inscreve? Avalie o suporte do fabricante e a disponibilidade de parceiros com experiência na plataforma.

6. TCO (custo total de propriedade)

Licença é só uma parte. Some implantação, horas da equipe interna, suporte, revisão de políticas, módulos pagos à parte e tempo de aparelho parado. Compare o modelo de licença: por usuário compensa quando cada colaborador tem mais de um aparelho; por dispositivo encaixa em aparelhos compartilhados e quiosques. A conta completa está no artigo sobre quanto custa MDM e como calcular o ROI (retorno sobre o investimento).

Como a MOBIT faz

A MOBIT aplica esses seis critérios em um diagnóstico do parque: levanta sistemas, modelos, modos de uso e integrações obrigatórias, pontua as quatro plataformas da curadoria para cada grupo de aparelhos e apresenta a recomendação com o TCO (custo total de propriedade) de cada cenário, inclusive o de manter a licença que o cliente já paga.

O que Pulsus, Intune, MaaS360 e SOTI MobiControl oferecem, segundo os fabricantes?

As informações abaixo vêm de páginas e documentação oficiais de cada fabricante, consultadas em 21 e 22/10/2026. Não são um ranking, e recursos podem depender de plano, versão e sistema.

Pulsus, principal parceira da MOBIT

Segundo a Pulsus (consultado em 22/10/2026), ela foi a primeira solução de EMM/MDM da América Latina com o selo Android Enterprise Recommended e está entre as 10 do mundo com essa certificação. Suporta Android, iOS, macOS, ChromeOS e Windows e declara foco em equipes externas. O licenciamento é por dispositivo, mensal (paga pelos dispositivos ativos no mês anterior) ou anual (menor valor, com quantidade mínima). Recursos citados pela Pulsus e por sua central de ajuda:

  • Controle do parque: inventário de dispositivos e apps, instalação e atualização remota de apps, bloqueios em lote e tela de apps personalizada, que exibe só o que foi aprovado.
  • Proteção: proteção contra malware e ransomware, segundo a Pulsus.
  • Campo: rastreamento de rota, acesso remoto para suporte, gestão de termos de uso, redução do consumo de dados e monitoramento de saúde e temperatura da bateria.
  • Cerca virtual (geofence): ações automáticas quando o aparelho entra ou sai de uma área; a central de ajuda indica Android, agente 4.6.0 ou superior e plano Pro.
  • Gestão de SIM-Card: troca o PIN do chip por senha aleatória, para que o chip só funcione no aparelho da empresa. Exige modo totalmente gerenciado, Android 7 ou superior, agente 5.2.0 ou superior, complemento pago do plano Pro e serviço de acessibilidade ativo, e pode não funcionar em alguns modelos.

Microsoft Intune

Segundo a Microsoft, o Intune é um serviço de gestão de endpoints que roda inteiramente na nuvem e suporta Android, iOS/iPadOS, Linux, macOS, tvOS, visionOS e Windows.

  • Depende do Microsoft Entra ID para autenticação, grupos e acesso condicional, que combina a conformidade do aparelho com sinais de usuário, app, local e risco.
  • Inscreve aparelhos pelo Portal da Empresa ou automaticamente, via Windows Autopilot, Automated Device Enrollment da Apple ou Android Enterprise.
  • Em BYOD, a gestão de aplicativos (MAM, Mobile Application Management) protege os dados de trabalho e permite apagamento seletivo.
  • Vem incluído em pacotes como Microsoft 365 E3, E5 e E7; recursos avançados ficam no Plan 2 e na Intune Suite. A licença por dispositivo, para quiosques e aparelhos compartilhados, não inclui proteção de apps nem acesso condicional.
  • Integra-se a fornecedores de MTD por conectores documentados, incluindo o Microsoft Defender for Endpoint.

IBM MaaS360

A IBM apresenta o MaaS360 como plataforma de UEM em modelo SaaS, com gestão de Windows 10 e 11, Android via Android Enterprise, iOS, iPadOS, macOS e ChromeOS.

  • Inclui defesa contra ameaças móveis, como malware, ataques man-in-the-middle e phishing.
  • Integra-se a apps de segurança e produtividade sem exigir migração das ferramentas existentes.
  • Cita dispositivos IoT (Internet das Coisas), rugged, quiosques e aparelhos de uso específico entre os endpoints gerenciáveis.

SOTI MobiControl

A SOTI descreve o MobiControl como solução de EMM (Enterprise Mobility Management, gestão de mobilidade corporativa) para aparelhos móveis, rugged e impressoras. A documentação da versão 15.0 lista Android, iOS e iPadOS, macOS, Linux, inclusive os leitores RFID Zebra FX7500 e FX9600, impressoras Zebra (desde a versão 2025.0, pelo SOTI Connect), Windows, inclusive HoloLens, e os legados Windows Mobile e Windows CE.

  • É oferecido em nuvem e em assinatura local (on-premise).
  • Suporta atualização de firmware Zebra via FOTA (Firmware Over-the-Air) e de patches LifeGuard.
  • Inscrição expressa por SOTI Stage, Apple ADE, Android Zero-Touch, Samsung KME, Windows Autopilot e Zebra StageNow.

Como as quatro plataformas se comparam nos critérios documentados?

A tabela cruza os critérios com o que cada fabricante publica. Onde a documentação não detalha, o ponto deve ser confirmado em prova de conceito.

Critério Pulsus Microsoft Intune IBM MaaS360 SOTI MobiControl
Sistemas declarados Android, iOS, macOS, ChromeOS, Windows Android, iOS/iPadOS, Linux, macOS, tvOS, visionOS, Windows Android, iOS, iPadOS, macOS, ChromeOS, Windows 10 e 11 Android, iOS/iPadOS, macOS, Linux, Windows, Windows Mobile/CE; impressoras Zebra pelo SOTI Connect
Implantação Confirmar com o fabricante Somente nuvem Nuvem (SaaS) Nuvem ou local
Defesa contra ameaças Proteção contra malware e ransomware, segundo a Pulsus Conectores de MTD, incluindo Defender MTD embutido Confirmar no piloto
Destaque documentado Android Enterprise Recommended; equipes externas, chip, rota e consumo de dados Entra ID, acesso condicional, Autopilot MTD embutido; IoT e uso específico Rugged, impressoras, leitores RFID, FOTA Zebra
Licenciamento citado Por dispositivo, mensal ou anual; complementos pagos Incluído em M365 E3, E5 e E7; licença por dispositivo com limites Planos comerciais da IBM Assinaturas em níveis

Quer ver essa comparação aplicada ao seu parque?

A MOBIT pontua as quatro plataformas por grupo de aparelhos e mostra o TCO (custo total de propriedade) de cada cenário.

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Qual plataforma de MDM para qual cenário?

A tendência abaixo usa apenas fatos documentados. O diagnóstico do parque real pode mudar a recomendação, e é comum a empresa ter mais de um cenário.

Cenário Tende a encaixar Por quê
Parque majoritariamente Android, com equipes de campo e vendas externas Pulsus Selo Android Enterprise Recommended, foco declarado em equipes externas, rota, cerca virtual, gestão de chip e consumo de dados
Escritório padronizado em Microsoft 365, com muitos notebooks Windows Microsoft Intune Incluído em pacotes Microsoft 365; Autopilot; acesso condicional com Entra ID
Parque misto com prioridade em defesa contra ameaças e integração com ferramentas de segurança existentes IBM MaaS360 MTD embutido; integração sem migrar ferramentas; cobertura multiplataforma
Centros de distribuição, indústria e varejo com coletores rugged, impressoras e leitores RFID SOTI MobiControl Suporte a rugged, impressoras Zebra (pelo SOTI Connect) e leitores RFID em Linux; FOTA Zebra; opção local
Totens e tablets dedicados Depende do sistema Todas oferecem formas de bloqueio; no Intune, a licença por dispositivo tem limites
Celulares de campo, notebooks e coletores no mesmo parque Ambiente misto Cada grupo na plataforma que melhor o atende, com operação única
Empresa que já paga MDM ou UEM A plataforma atual, antes de migrar Muitas vezes o problema é a operação, não a ferramenta

É possível usar mais de uma plataforma de MDM no mesmo parque?

Sim. Cada aparelho fica inscrito em uma única plataforma por vez, e a Microsoft, por exemplo, orienta retirar o aparelho do MDM anterior antes de inscrevê-lo no Intune. O que se divide é o parque, por grupo de aparelhos.

Exemplos comuns: Pulsus nos celulares das equipes de campo e Intune nos notebooks do escritório; SOTI MobiControl nos coletores e impressoras Zebra (estas pelo SOTI Connect) do centro de distribuição. O ambiente misto aproveita o ponto forte de cada plataforma, mas exige fronteiras claras: qual grupo fica em qual console, quem administra cada um e como o inventário é consolidado.

Como a MOBIT faz

A MOBIT desenha a divisão do parque por grupo, implanta cada plataforma e opera todas com um único ponto de contato: um só atendimento ao colaborador, um só relatório e as mesmas regras de entrega, troca e desligamento de colaboradores (recolhimento do aparelho, bloqueio da linha móvel e remoção dos acessos), seja qual for o console.

Como o MOBVISION participa

Com mais de uma plataforma, o inventário fica dividido entre consoles. O MOBVISION, plataforma da MOBIT de gestão e inteligência de recursos corporativos, relaciona aparelho, linha móvel, licença, termo de responsabilidade, colaborador, centro de custo e etapa do ciclo de vida em uma visão única, independente do MDM. O MDM continua aplicando políticas e comandos; a consolidação depende de integração ou importação dos dados de cada console.

E Samsung Knox e Workspace ONE, ainda entram na comparação?

Podem entrar, como parte do mercado. O Samsung Knox Manage é, segundo a Samsung, uma solução de EMM em nuvem que integra a família Knox Suite. O Workspace ONE é hoje uma linha de produtos da Omnissa, com UEM e defesa contra ameaças móveis. Em parques Samsung, a Pulsus aparece no programa de soluções parceiras de MDM da Samsung.

Como conduzir a avaliação de plataformas na prática?

Demonstrações comerciais mostram o melhor cenário; uma avaliação séria testa o seu.

1

Inventário real: modelos, sistemas, versões, linhas móveis e apps críticos, por área.

2

Matriz com pesos: os seis grupos de critérios, com peso maior no que mais afeta risco e operação.

3

Lista curta: duas ou três plataformas que passam nos critérios eliminatórios, como sistema suportado e integração obrigatória.

4

Prova de conceito com aparelhos reais: um lote pequeno de cada perfil, incluindo coletores e quiosques, se houver.

5

Teste dos fluxos críticos: perda de aparelho, troca de colaborador, atualização de sistema, app novo e aparelho sem internet.

6

Avaliação da operação: quem administra o console no dia a dia e com que tempo de resposta.

7

TCO (custo total de propriedade) em três anos: licença, módulos, implantação, operação e eventual migração.

O passo 6 costuma ser esquecido, e uma plataforma excelente mal operada entrega menos que uma adequada bem operada. O DBIR 2025 da Verizon mostra o custo dessa lacuna: 46% dos sistemas comprometidos com credenciais corporativas em registros de infostealers eram dispositivos não gerenciados.

Como a MOBIT faz

A MOBIT conduz a prova de conceito com aparelhos reais do cliente, testa os fluxos críticos e, escolhida a plataforma, fornece a licença, implanta e opera, ou assume o serviço sobre a licença que o cliente já tem. Para Android, pode entregar aparelhos já registrados no portal Zero-Touch do cliente, como revendedora habilitada.

Escolhida a plataforma, o próximo passo é a contratação, com escopo, responsabilidades e níveis de serviço, tema do guia de como contratar MDM.

Como a MOBIT atua

A MOBIT não tem MDM próprio, e isso é intencional: recomenda a plataforma depois do diagnóstico, a partir da curadoria de Pulsus, sua principal parceira, Microsoft Intune, IBM MaaS360 e SOTI MobiControl. É parceira Google Android Enterprise Silver e tem mais de 7.000 dispositivos gerenciados. Há quatro formas de contratar: somente a licença, fornecida pela MOBIT; licença com implantação; licença, implantação e gestão contínua; ou serviço sobre a licença que o cliente já tem. Conheça o serviço de gestão de dispositivos da MOBIT.

A MOBIT também atende

Perguntas frequentes

Qual é a melhor plataforma de MDM? ▼
Não há resposta única. Pulsus, Microsoft Intune, IBM MaaS360 e SOTI MobiControl se destacam em cenários diferentes, como Android de campo, ecossistema Microsoft, defesa contra ameaças ou coletores rugged. A escolha depende dos sistemas do parque, das integrações obrigatórias, de quem vai operar e do TCO (custo total de propriedade), e deve ser confirmada em prova de conceito.
Quem tem Microsoft 365 já tem Intune? ▼
Depende do plano. Segundo a Microsoft, o Intune vem incluído em pacotes como Microsoft 365 E3, E5 e E7. Vale conferir o contrato antes de comprar outra licença. Mesmo com o direito de uso, a empresa ainda precisa de implantação, políticas e operação, e pode precisar de complementos, como o Plan 2 ou a Intune Suite.
Qual MDM é indicado para coletores, impressoras e leitores RFID? ▼
A SOTI documenta suporte a aparelhos rugged, impressoras Zebra (desde a versão 2025.0, pelo SOTI Connect), leitores RFID Zebra FX7500 e FX9600 e atualização de firmware Zebra. A IBM cita dispositivos rugged entre os gerenciáveis pelo MaaS360, e outras plataformas gerenciam coletores Android via Android Enterprise. O modelo, os acessórios e o fluxo de atualização definem a escolha.
Dá para trocar de plataforma de MDM depois? ▼
Dá, mas a troca exige reinscrever aparelhos, recriar políticas e treinar a equipe, normalmente em ondas para não parar a operação. Antes de migrar, avalie se o problema está na ferramenta ou na forma como ela é operada. O planejamento está no artigo sobre migração de plataforma de MDM sem parar a operação.
Ter duas plataformas de MDM não complica a gestão? ▼
Complica quando cada console é operado por uma equipe diferente, com regras próprias. Com fronteiras claras por grupo de aparelhos, inventário consolidado e um único responsável pela operação, o ambiente misto mantém o ponto forte de cada plataforma sem multiplicar processos. O cuidado principal é evitar que o mesmo grupo fique dividido entre dois consoles.

Fontes

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Sobre o autor

Marcelo Izidoro é CEO e cofundador da MOBIT, empresa de tecnologia para operações corporativas com mais de nove anos em Telecom, conectividade e mobilidade corporativa. A MOBIT é parceira Google Android Enterprise Silver, revendedora habilitada Android Zero-Touch e gerencia mais de 7.000 dispositivos.

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